Clima, crédito e logística estão reescrevendo o que o segurado brasileiro precisa ouvir em 2026. Antes de falar de Auto, leia os cinco sinais que já estão sobre a mesa.
O funil digital atrai o cliente pela porta do carro — é o produto mais fácil de entender e comparar. Mas quem senta à sua frente carrega muito mais do que uma apólice de veículo: carrega um momento de vida, uma empresa exposta a risco, uma folha de pagamento pressionada. Este workshop existe para treinar o time a ler esse momento — e transformar cada conversa de Auto em uma conversa sobre proteção patrimonial completa.
Catástrofes climáticas mudaram o comportamento do consumidor. O Seguro Residencial, Empresarial e Agro deixaram de ser um custo "se sobrar dinheiro" — viraram item de continuidade de negócio e sobrevivência patrimonial.
Venda o consórcio além do automóvel: foque em Property (imóveis e galpões para empresas) e Serviços (estruturação de grandes projetos) — destacando o poder de alavancagem sem descapitalizar o caixa operacional do cliente.
O transportador sem RCTR-C regularizado é multado e travado em tempo real. Como líder histórica do segmento, a Sompo Seguros registra forte tração — puxada justamente pelas soluções digitais de gestão de risco que respondem a essa exigência fiscalizatória e ao novo Marco Legal dos Seguros.
Uma gestão ineficiente de riscos psicossociais e de saúde eleva o número de afastamentos — o que joga o FAP (Fator Acidentário Previdenciário) e o RAT para o teto, aumentando o custo de INSS e FGTS sobre toda a folha de pagamento.
A tríade de blindagem corporativa que resolve isso:
A Lei 15.040 traz resoluções que estabelecem a responsabilidade objetiva e o dever de informação do corretor. Se ocorrer um sinistro e o cliente provar que aquela cobertura específica nunca foi oferecida — um D&O diante de uma autuação trabalhista, lucros cessantes num alagamento — o corretor pode ser acionado por negligência profissional.
Cada sinal deste workshop é uma pergunta que você pode levar ao cliente — não uma venda forçada. Quem nomeia o risco primeiro é quem o cliente lembra quando o risco acontece.
Você não precisa memorizar cinco teses de mercado durante o atendimento. Precisa de um roteiro de escuta que puxa a tese certa na hora certa.
Em que fase o cliente está? Primeiro carro, família crescendo, empresa em expansão, aposentadoria próxima.
Que sinal de mercado toca esse momento? Clima, crédito, logística, compliance ou responsabilidade civil.
Qual produto — além do Auto — resolve exatamente essa lacuna, sem parecer venda casada?
Apresente a cobertura como resposta ao momento dele — nunca como item de catálogo.
As Redes Sociais trazem o cliente pela porta do Auto. A leitura correta do momento dele é o que transforma essa oportunidade em um portfólio inteiro de proteção — para ele, e de responsabilidade cumprida, para você.